
Grupo: Juliana Marques, Luiza Guedes, Manuela Porto, Maria Flávia Museu: MIS (Museu da Imagem e do Som ) Visitamos dia 27 de maio de 2009 a exposiçao '' Entre-Temps'' é uma exposiçao composta de obras audiovisuais do acervo do Musée d'Art moderna de la Ville de Paris. O conjunto dos trabalhos apresentados no MIS e no Paço das Artes, atesta adversidade da produçao contemporânea francesa em vídeo e suas múltiplas possibilidades de diálogo com os atuais debates da cultura globalizada. No MIS, a exposiçao reúne os artistas Absalon, Benoit Broisat, Dominique, Gonzalez-Foerster, Douglas Gordon, Jean-Fraçois Moriceau, Julien Discrit, Nicolas Moulin, Petra Mrzyk, Philippe Parreno Huyghe. Abertura: 23/04/2009, as 19h.30 Local: Espaço Expositivo e espaço Redondo, primeiro andar/ Visitaçao: 24/04 a 28/06/2009, terça e sextas-feiras, das 12hrs as 19hrs, sábados, domingos e feriados, das 11h as 18h Ingresso: 4 reais a inteira e 2 reais estudantes menores de 12 anos. 
Os desenhos de Petra Mrzyk e Jean-François Moriceau são engraçados, estranhos e as vezes, feitos com humor negro.Realizados com tinta preta no papel diretamente nas paredes ou em forma de animação, ele se desenvolvem em todas as direções e sobre todos os suportes herdeiros tanto do surrealista não dogmáticos radicais dos quadrinhos de vanguardas, esses artistas projetam ao mesmo tempo um olhar original sobre o mundo real e a prática do desenho. Escolhemos esse vídeo porque para nos se destacou por ser original e chamou a atenção, passa imagens diversas e modernas, o museu é cercado de vídeos e apenas uma ''fotografia'' , alguns são telões, outras pequenas televisões uns com sons, outros com fones de ouvido ( este também nos chamou muito a atenção ) são os filmes de Absalon
Está é a única fotografia exposta no museu : Produzida por uma agência japonesa, Annlee é uma personagem de manga destinada a ser vendida e utilizada em animês e games. O projeto foi intitulado No Ghost Just a Shell.
Escrito por dpm 03 às 15h38
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Integrantes do grupo: Leandro Um, Leonardo Fontoura e Lucas Righi Visitamos dia 16 de maio a exposição de Fernand Léger – “relações e amizades brasileiras”, na Pinacoteca do Estado, que ficará em exposição até 7 de junho. A amostra faz parte das comemorações do ano da França no Brasil. E nela estão presentes algumas obras produzidas entre as décadas de 1920 e 1960 por esse artista francês nascido em 1881 e falecido em 1955. Em suas obras, Léger, explorou, entre outras coisas, o potencial do processo de simplificação das formas e cores, bem como a geometrização das figuras. Sua produção é bem eclética e abrange não só obras de artes plásticas realizadas com diferentes técnicas, mas também trabalhos em áreas como arquitetura, literatura, artes cênicas, e até cinema. Nessa exposição, é possível perceber a diversidade da produção do artista, bem como ter uma visão do resultado gerado pelo contato entre Léger e a cultura brasileira. A partir da visita pudemos perceber como os artistas trocavam percepções e idéias, multiplicando seu repertório cultural e transformando suas obras. Dentre elas, as que mais se destacaram foram: 
Mulher com um gato, 1921 Fernand Léger (França, 1881-1955) Óleo sobre a tela; 130.5 x 89.5 cm 
Contraste de formas, 1913 Óleo sobre a tela; 100.3 x 81.1 cm Fernand Léger (França, 1881–1955) Informações: Pinacoteca do Estado Fernand Léger – “relações e amizades brasileiras”. Praça da Luz, 2 Horários: terça a domingo das 10h às 17h30, com permanência até as 18h Ingresso: R$4,00 e R$2,00 (criança, estudante e idoso). Grátis aos sábados. Links relacionados: http://www.flickr.com/photos/wallyg/tags/fernandl%C3%A9ger/ http://www.pinacoteca.org.br/
Escrito por dpm 03 às 14h59
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Instituto Moreira Salles - Louvre e Seus Visitantes

Integrantes: Juliana D'avila, Karina Nascimento, Lívia Saad Visitamos dia 12 de maio o Instituto Moreira Salles, localizado no Unibanco da rua Piauí, que expõe a coleção de obras fotográficas de Alécio de Andrade (1938-2003) sobre o museu do Louvre. Ele retrata em suas imagens a relação de que o publico tem com a exposição, e nos mostra momentos únicos de contemplação que ocorreram nos 40 anos que viveu em Paris. 
1969. A esquerda: Jacques-Louis David (1748-1825) os amores de Paris e Helena. A direita: Jacques-Louis David (1748-1825). La Marquesa de Orvillies, nascida Jeanne-Robertine Rilliet (1772-1862). Suas imagens tem como propósito maior relacionar o imaginário das obras e o real do publico, que se torna parte do mundo da fotografia: "O imaginário é o além multiforme e multidimensional das nossas vidas e no qual nossas vidas igualmente se banham”, diz Edgar Morin no prefacio do livro de Andrade. 
1990. Balthazar e Florencio de Andrade, filhos de Alécio de Andrade e Patricia Newcomer Jean Auguste Dominique Ingres (1780-1867). Uma odalisca, dita A Grande Odalisca, 1814 A exposição contém 88 fotos, e ficará em cartaz até dia 21 de junho. Nos pareceu que ela se insere entre as homenagens do ano da França no Brasil. Informações:
IMS - São Paulo
Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis
CEP: 01241-000 - São Paulo-SP
Tel.: 11 3825-2560; fax: 11 3661-0984
De terça a sexta, das 13h às 19h;
sábado e domingo, das 13h às 18h. Agendamento de visita monitorada e inscrições para palestras devem ser feitos pelo telefone (11) 3825-2560. Estacionamento no local. Entrada franca. Data: de 24 de abril a 21 de junho Links: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u554981.shtml http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090422/not_imp358387,0.php http://fotoclubef508.wordpress.com/2009/04/19/o-louvre-e-seus-visitantes/
Escrito por dpm 03 às 13h35
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MAM - 07/05 
Integrantes do grupo: Juliana Silva, Kamilla Matheucci , Luiza Andrade e Marcel Jacob. Nesta Quinta-feira visitamos a exposição “Design Brasileiro hoje: fronteiras” no MAM, Museu de Arte Moderna de São Paulo, que ficará em exposição ate o dia 28 de junho. Ela tem o intuito de mostrar a capacidade criativa dos brasileiros na fabricação de objetos de uso cotidiano (moveis, equipamentos, veículos, acessórios, livros, embalagens, etc.), que levam a nossa cultura aos quatro cantos do mundo. Os autores são designers que vivem no Brasil, o que inclui estrangeiros que adotaram nosso país como sua pátria e trabalhos feitos por brasileiros pelo mundo afora. Apartir da visita pudemos perceber a influência que os designers exercem no meio artístico e, dentre todas as obras, as que mais se destacaram foram:
Prancha de skate folha seca. ZOLUDESIGN 2007 Cartaz educativo da exposicao narrativas em madeira e muro. Design. 2008 Fibra design sustentável com a colaboração de Lets Evo. Design. Produção fibra design sustentável. Zoludesign (Aurelio Velho e Luciana Calheiros, com a elaboracao de Paula Valadares). Cliente: Museu do estado de Pernambuco. Informações: MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo Design Brasileiro Hoje: Fronteiras. Parque Ibirapuera, portão 3 Sala Paulo Figueiredo Horários: Terça a domingo e feriados, 10h às 17h30h. Ingresso: R$ 5,50 (Estudantes pagam R$2,75). Links relacionados: http://www.mam.org.br/2008/portugues/default.aspx http://www.flickr.com/photos/14487817@N06/sets/72157617071299804
Escrito por dpm 03 às 21h01
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MASP - 1/05
Integrantes do grupo: Caroline Baccaro, Débora, Rafael Machado, Rodrigo Cuba Fomos ao MASP (Museu de Arte de São Paulo) para visitar a nova exposição que se iniciou no dia 24/04 de Vik Muniz e permanecerá no museu durante dois meses e meio. Essa exposição já percorreu vários países e teve uma grande repercurção até finalmente chegar ao Brasil. O que mais chamou a atenção nos quadros protegidos por vidros nos dois andares do salão, foi o tipo de material utilizado (tudo aquilo que possamos imaginar, desde algo valioso como o diamante até as coisas mais descartáveis, inúteis e que muitas vezes não sabemos o que fazer com elas, como o lixo ou pó, por exemplo) e a forma como ele compôs os trabalhos. Se observarmos algumas obras de perto sentiremos uma imensa dificuldade de distinguir o que aquela imagem significa, apenas conseguiremos ver alguns fragmentos, como no caso do auto-retrato desse artista, só conseguimos entender a imagem se vista à distância, pois perto apenas avistamos manchas coloridas que a princípio não fazem muito sentido, e menos ainda ao lermos a legenda da obra. Após descermos as rampas que levam para o piso debaixo nos deparamos com três vídeos feitos por um colaborador de Vik Muniz, o fotógrafo Fabio Ghivelder. Os vídeos funcionam como um making of do trabalho de ‘Vik’, mostrando como ele montou as imagens. Algumas delas eram feitas em cima de grandes panos brancos estendidos no chão ao qual Muniz acrescentava o material e depois fotografava as montagens de cima mostrando o resultado final. Um dos vídeos expostos foi feito a partir da animação de 3 mil fotografias e será exibido através de um monitor de plasma colocado no chão para que o próprio espectador compreenda a visão do artista ao trazer ao público aquela obra além de proporcionar uma certa interatividade entre os trabalhos e os observadores. Se pararmos para pensar chegaremos a mesma conclusão que Leonel Kaz, responsável pela vinda da exposição ao Brasil, de que esse artista faz um grande diálogo com a comunicação, ou seja, transmitir uma mensagem, a idéia dos trabalhos, de forma criativa por meio dos matérias e de como ele os organizou. Ao invés de usar só tinta, colagem de folhas de revistas, carvão, por que não utilizar pasta de amendoim, espaguete com molho de tomate, peças de quebra cabeças entre outros para se transmitir uma idéia? Se o objetivo principal de Vik era cativar e atrair a atenção do espectador ele conseguiu, não só pela forma como ele fez isso mas também pelos diversos temas que sua coleção apresenta, desde a imagem da Mona Lisa feita passando por Che Guevara, mostrando o retrato de Elizabeth Taylor, a imagem de Narciso contemplando sua própria face na lâmina das águas de um lago e até mesmo menções às pinturas da arte acadêmica. Não conseguimos por fim escolher uma única obra favorita pois são muitas, então deixamos a critério de cada visitante escolher a fotografia do trabalho que mais lhe agradar. O acervo é rico e contagiante. É uma exposição que vale a pena conferir. 
Escrito por dpm 03 às 09h45
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Recentes na coleção-MAB

Integrantes do grupo: Gabriela Levinbook,Lea Safra,Rose Leila e Vitor Garcia. Nesta quarta feira,visitamos a exposição “Recentes na Coleção” no MAB,Museu de Arte Brasileira da FAAP. Desde 1961,o MAB vem enriquecendo seu acervo com diversas obras de diferentes artistas.Nessa exposição, o MAB apresentou um conjunto de algumas obras adquiridas durante os últimos quatro anos. Nós tivemos a sorte de visitar o último dia da exposição, mas mesmo assim,recomendamos que os alunos da FAAP, visitem o MAB com mais freqüência,para prestigiarem o excelente acervo que a Faculdade possui. Durante a visita nós pudemos perceber a importância da preservação da Arte Brasileira. Apreciamos muito as obras presentes,sendo que as que mais se destacaram foram: 
Lázaro Moura (1964,Mato Grosso do Sul-MS) Teresa Nazar(1933,Mendoza-Argentina/2001,São Paulo-SP) Marina,2004 Sem título-série Mulheres,1972 Acrílica sobre voile Tinta,chapa de ferro,sisal,plástico,resina de poliéster sobre compensado 120 x 105 cm 81 x 113 cm Doação Doação Informações: Museu de Arte Brasileira da FAAP Sala MAB e Salão Cultural Rua Alagoas, 903 – Higienópolis 01242-902 São Paulo SP Tel: 55 11 xx 3662-7198 Site: www.faap. E-mail: museu.secretaria@faap.br Horários: de 3ª a 6ª das 10h às 20h. Sábados/Domingos/Feriados das 13h às 17h. Entrada Franca As imagens foram adquiridas do catálogo oferecido pelo MAB Links relacionados: http://www.faap.br/museu/index.htm http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=instituicoes_texto&cd_verbete=4152 http://www.consumidormoderno.com.br/canais/arte-e-cultura/mab-apresenta-exposicao-201crecentes-na-colecao201d
Escrito por dpm 03 às 14h50
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17ª Coleção Pirelli/MASP 
Grupo: Helena Araújo, Manoela Frug, Priscila Teixeira e Renata Vidal Nesta terça feira fomos ao Masp para ver a 17ª Coleção de Fotografias Pirelli. A exposição começou no dia 12 de março com entrada franca até o fim de Abril. Este ano é especial para a Pirelli, porque comemoram 80 anos de presença industrial e um século de história no Brasil. Com o intuito de prestar uma homenagem ao país que proporcionou à companhia crescer e se consolidar neste mercado. Ela apresenta fotografias contemporâneas brasileiras a partir dos anos 50, com diversidade temática e técnica, abrangendo características históricas e estéticas específicas de determinadas áreas do país, longe dos centros habituais. Em algumas técnicas usadas pelos artistas, as fotos se confundem com pinturas, como as de Nani Góis apresentada abaixo. (1)
Certas fotografias nos chamaram atenção por possuir aspectos publicitários como por exemplo a fotografia da Garota de Ipanema, de Milan Alram, tirada no Rio de Janeiro. Por não mostrar a marca do produto e estar exposta em um museu, a foto é uma obra de arte, mas poderia ser aproveitada para uma campanha publicitária de protetor solar. (2)
Legendas das imagens: (1)- Sem Título, 2002 Tibagi,PR processo cromógeno 35,5 x 46,0 cm (35,5 x 46,0 cm) (2)- Garota de Ipanema (Helô Pinheiro), 1960; Rio de Janeiro, RJ; gelatina / prata tonalizada; 56,7 x 47,0 cm (60,0 x 50,0 cm); © Milan Alram Informações: Abertura: 12 de março. Término: 3 de maio. MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand Av. Paulista, 1.578 - Cerqueira César - São Paulo – SP. Horário: terça-feira a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta até 20h. A bilheteria fecha uma hora antes. Ingresso: R$ 15 (inteirae R$ 7 (estudante), gratuito às terças-feiras e diariamente para menores de 10 anos e maiores de 60 anos. Informações: 11 3251 5644. Bibliografia:
www.masp.uol.com.br http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://site.pirelli.14bits.com.br/files/work/image/990/CP0990_gois_nani_400.jpg&imgrefurl=http://site.pirelli.14bits.com.br/autores/267/obra/990&usg=__m352_-tSIL15W0GsyW3H2vf1GD4=&h=265&w=400&sz=73&hl=pt-BR&start=9&um=1&tbnid=iC4N6U8AhY5OSM:&tbnh=82&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dnani%2Bgois%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1 http://www.portalartefacto.com.br/imagens/culturaelazer/cult-casadosaber.jpg
Links relacionados:
www.henriqueribas.com/blog/?tag=convite-exposicao-masp www.guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u531255.shtml www.sampaonline.com.br/reportagens/exposicaopirelli2009abril15.php
Escrito por dpm 03 às 11h54
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Rumos Artes Visuais - Trilhas do Desejo 
Integrantes do Grupo: Rafael Halpern, Renata Figueiredo, Tarcila de Lourenzi e Victor Salomão. A exposição Trilhas do Desejo traz 72 trabalhos dos 45 selecionados pelo Rumos Artes Visuais 2008-2009 que ajudam a entender o que é arte contemporânea e a nova cara da arte brasileira. As obras em exibição até 10 de maio, na sede do Itaú Cultural em São Paulo, foram escolhidas em meio à produção de mais de 1.600 inscritos, de todos os estados brasileiros. Coordenada por Paulo Sergio Duarte, a equipe curatorial do programa contou com a participação de Alexandre Sequeira, Chistine Mello, Marília panitz e Paulo Reis, além de oito assistentes curatoriais locais, responsáveis pelo mapeamento da atual produção artística nas cinco regiões brasileiras. (1) (2)  Uma exposição muito interessante pra quem gosta de arte contemporânea. A interação com as obras tornam a experiência muito agradável, principalmente para aqueles que estão em grupos e com tempo livre de sobra. Ao primeiro contato com as obras, o pensamento é que os artistas vieram de um hospício mas, lendo as legendas com as descrições e sabendo um pouco mais sobre os artistas através dos monitores, é possivel ter compreensões surpriendentes. (3) (4)  Uma das obras que o grupo mais gostou foi Batalha Naval de Laerte Ramos (foto abaixo). Pudemos desfrutar de uma partida. Separamos o grupo em duplas (Victor e Tarcila; Renata e Rafael) e jogamos. O segundo grupo ganhou. Mas como não seguiram as regras corretamente, a vitória passou a ser do outro time! ;) (5) Para quem quiser dar uma visitada (recomendada!): De terça a sexta, das 10h às 21h Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h Entrada franca Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 a primeira hora | R$ 4,00 a segunda hora | R$ 2,00 por hora adicional Estacionamento gratuito para bicicletas Acesso para deficientes físicos Ar condicionado
Local: Itaú Cultural Endereço: Avenida Paulista, 149 – Cerqueira César
Legendas das Imagens: - Alice Shintani - Quimera, 2007 | Tinta acrílica sobre piso e paredes
- Luciano Zanette - Hábitos insuficientes, 2006 | madeira e laca, 75x100x22cm
- Ana Holck - Contra-Muro,2008 | Videoinstalação
- Alan Ramos – Sala dos Procurados, 2008 | Instalação: desenhos sobre paredes
- Laerte Ramos – Batalha Naval, 2008 | Cerâmica 1100º
As imagens foram retiradas dos sites: Museu de Arte Contemporânea do Paraná - http://www.mac.pr.gov.br/ Artista Alice Shintani - http://www.aliceshintani.com/ Galeria de Imagens da Veja São Paulo - http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/fotos-e-imagens/rumos-artes-visuais Links relacionados: www.itaucultural.org.br/rumos
http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/roteirosdasemana/emdestaque/exposicoes-429557.html http://www.nacabeca.com.br/arte_e_cultura_evento_detalhes.aspx?ID=SP?2881
Escrito por dpm 03 às 04h03
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“Latitudes: Mestres Latino-americanos na Coleção FEMSA”

Grupo: Luiz Antoine Labelle, Rodrigo Felici e Thais Venturi A exposição “Latitudes: Mestres Latino-americanos na Coleção FEMSA” está sendo exibida no Instituto Tomie Ohtake, localizado na Av. Faria Lima 201, entrada pela R. Coropés, Pinheiros, São Paulo. Estará 12 fevereiro a 5 abril. A entrada é franca e o horário de funcionamento é: de terça a domingo, das 11 horas às 20 horas. Visitas orientadas com atividades educativas para grupos previamente marcados agendamento das 9 às 18. Telefone: 11 22451937
Com curadoria de Rosa María Rodríguez Garza, a exposição reúne 41 obras de artistas latino-americanos que representam, por meio das diversas manifestações de artistas renomados, a pluralidade cultural da América Latina e Caribe. A Coleção FEMSA (está entre os cinco maiores conglomerados empresariais do México e é a maior empresa de bebidas da América Latina) é reconhecida como uma das coleções privadas mais importantes da América Latina, com mais de 1.000 obras de diferentes manifestações artísticas como pintura, escultura, desenho, grafismo, fotografia e instalação, que percorre uma trajetória pela arte moderna e contemporânea latinoamericana, é composta por obras provenientes da Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Equador, México, Nicarágua, Uruguai e Venezuela, de artistas vanguardistas do início do século XX, do pós-guerra e da década de oitenta do século passado. A exposição revela a influência do cubismo nos pintores latinoamericanos, o retrato e a paisagem como testemunhos da identidade, o aporte estético da América como arte universal e a incorporação do surrealismo na plástica latino-americana. A mostra é composta por obras de Antonio Berni, Jacobo Borges, Fernando Botero, Gerardo Murillo, Carlos Orozco Romero, César Paternoso, Iberê Camargo, Leonora Carrington, Pedro Coronel, Olga Costa, Pedro Figari, Leonor Fini, José Gamarra, Oswaldo Guayasamin, José Gurvich, Alfredo Hlito, Arcangelo Ianelli, Frida Khalo, Wifredo Lam, Agustín Lazo, Rômulo Maccio, Roberto Matta, Francisco Matto, Carlos Mérida, Guilhermo Meza, Alfonso Michel, Roberto Montenegro, Armando Morales, Alfredo Ramos Martínez, Armando Reverón, Manuel Rodríguez Lozano, David Alfaro Siqueiros, Jesús-Rafael Soto, Rufino Tamayo, Luis Tomasello, Joaquín Torres García, Cordelia Urueta, Remedios Varo e Ángel Zárraga. O grupo visitou a exposição no dia 18 de março de 2009, no momento em que chegamos sofremos um pouco com a falta de sinalização da exposição, mas quando encontramos ficamos supresos pela organização diferente de modelos tradicionais de exposições e museus, mesmo sendo pequena, contém obras diferentes e interessantes, o museu despertou no grupo uma curiosidade pelas obras e seus autores. Tiveram várias peças que o grupo gostou, mas o que nos chamou mais atenção foram quadros que tinham características mais modernas, onde os pintores utilizaram diferentes técnicas, não somente óleo sobre tela. Alguns estilos de obra nos remetem ao que ja foi estudo em Historia da arte 1 e 2, como a obra de Diego Rivera, um artista mexicano com o quadro “O grande da Espanha” que imita o estilo Picasso em suas obras desmontadas.
Diego Rivera - El grande de España
Agustín Lazo - Los Remedios (1930) 
Rómulo Maccio - Cabezote (s/f)
Alfredo Ramos Martínez - Casamiento indio (1931)  Wifredo Lam - Cuando no duermo yo sueño (1955)
 Frida KahloMi - Vestido cuelga aquí (1933-1938)
Fonte: catálogo da exposição, “Latitudes: Mestres Latino-americanos na Coleção FEMSA” Links relacionados: http://www.s2.com.br/scripts/imagensMostrar.asp?tipoImagemId=32&clienteId=469 http://www.encontrapinheiros.com.br/blog/latitudes-mestres-latino-americanos-na-colecao-femsa/ http://www.ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=37580
Escrito por dpm 03 às 08h40
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Pinacoteca do Estado de São Paulo - Margaret Mee -100 anos de vida e obra  Grupo: Lauri Barcelos, Pedro Castro, Tuany Beiram, Yannis Theodori Na última terça-feira dia 10/03/09 o grupo esteve presente na pinacoteca do estado, com o intuito de visitar e relatar obra e vida da artista britânica Margaret Mee que foi uma das grandes artistas e ilustradoras botânicas do século XX. Margaret veio para o Brasil no ano de 1952 para dar aulas de arte na escola britânica de São Paulo porem se impressionou com a flora brasileira e iniciou uma minuciosa pesquisa sobre varias espécies de plantas. A exposição comemora o centenário da artista, que veio a falecer em um acidente de carro na inglaterra aos 79 anos, pouco antes dela vir ao Brasil para lançar seu livro que relatava em formato de diário, sua estadia na Amazônia. Na exposição è possível ver cerca de suas 100 principais obras com a inclusão de pesquisas e apetrechos pessoais. suas obras são ricas de cores vibrantes, detalhes perfeccionistas que transmitem toda a vida e beleza de nossa flora . Uma característica notável è que a maioria de suas obras tem como plano de fundo o branco dando ênfase a planta.OBS: não foi concedido o direito de tirar fotos das obras , por isso pegamos imagens da internet. 
O que mais impressionou o grupo foram seus estudos sobre as plantas que se iniciavam sobre um simples papel vegetal com inúmeras observações com os mínimos detalhes e com varias copias do estudo. A Pinacoteca do estado fica com as portas abertas de terça a domingo, das 10 às 18h Ingresso combinado R$ 4 ou 2,00; Grátis aos sábados. A pinacoteca fica Localizada enfrente a estação da Luz, paralela a Avenida Tiradentes, sentido centro. A exposição de Margaret Mee fica De 25 de janeiro a 15 de março de 2009.  A avaliação final do grupo foi positiva, recomendamos à visita a exposição e a visita a Pinacoteca do Estado que abriga outras exposições interessantes. Links Relacionados : http://www.margaretmee.org.br/ (site em construção) http://scientificillustration.wordpress.com/2007/03/13/margaret-mee/ http://www.pinacoteca.org.br
Escrito por dpm 03 às 13h46
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Museu OCA - “Intempéries - o fim do tempo”

Paulo Climachauska (Brasil) - Quebrando o gelo (2009)/ Tinta acrilica e espelho.
Grupo: Patrizia Bandini, Renata Rezende, Natalia Loureiro e Taynara Marques. A exposição “Intempéries - o fim do tempo” está sendo exibida no museu Oca, localizado no Parque do Ibirapuera, Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n. Essa teve seu início no dia 7 de março de 2009 e seu termino será no dia 12 de abril do mesmo ano. A entrada é franca e o horário de funcionamento é: de terça a sexta, das 14 horas às 20 horas; sábados, domingos e feriados, das 10 horas às 20 horas. O tema da exposição é o tempo que se transformou em clima, que, a qualquer momento, é capaz de deflagrar uma catástrofe. Essa aborda as mudanças climáticas causadas pelo homem e, até mesmo, pela natureza. Tudo isso é transmitido para o expectador em forma de videoinstalação, fotos, sons, desenhos nas paredes e uma escultura de gelo, esta não durou até o fim da exposição, derretendo antes mesmo de nossa visita. Muitos artistas do mundo todo colaboraram com “Intempéries - o fim do tempo”, são eles: Alexandre Nikolaev, Uzbequistão; Andrej Zdravic, Eslovênia; Ann Verônica Janssens, Bélgica; Botner e Pedro, Brasil; Caio Osodi, Nigéria; Guido van der Werve, Holanda; Kalle Laar, Alemanha; Laura Vinci, Brasil; Lutz Fritsch, Alemanha; Marcos Abreu, Brasil; Michael Sailstorfer/Jügern Heinert, Alemanha; Mika Rottenberg, Argentina; Paulo Climachauska, Btasil; Phil Dadson, Nova Zelândia; Reynold Reynolds e Patrick Jolley, Estados Unidos; Shin Kiwoun, Coréia; Simon Faithfull, Inglaterra; Thiago Rocha Pitta, Brasil; Thomas Mulcaire, África do Sul; Tina Velho, Brasil; Vicente de Mello, Brasil; Yang Shaobin, China e Zalinda Cartaxo, Brasil. O grupo visitou a Oca no dia 10 de março de 2009 e gostou bastante da forma de retratar o tema proposto pela exposição em diferentes formas, sendo elas muito originais. Gostamos principalmente das obras: 44 minutos, de Simon Faithfull e Alarm Clock, de Shin Kiwoun, ambas são uma videoinstalação que prendem a sua atenção até o fim. A primeira esta instalada nas janelas circulares do museu, dando a idéia do expectador estar em um navio olhando diversas paisagens; já a segunda é um vídeo, em que há um relógio que vai enchendo de água a medida que seu tempo passa. Achamos muito interessante tudo o que há dentro dessa exposição, mas, se for visitá-la não esqueça de vestir o seu casaco, pois como a própria proposta diz, estamos vivendo uma grande mudança climática. 
Erika Blumenfeld (EUA)- Antartida (2009) fotografia. 
Simon Faithful (Inglaterra)- 44 minutos (2005)/ videoinstalação. 
Reynold Reynolds/ Parick Jolley (EUA) - Burn (2002)/ videoinstalação. 
Caio Reisewitz (Brasil)- Base Great Wall (CHN) (2008)/ fotografia. 
Caio Reisewitz (Brasl) - Iglesia trinity, Base Russa, Antartida (2008)/ fotografia. Fonte: catálogo da exposição: “Intempéries - o fim do mundo” Links relacionados: http://www.goethe.de/ins/br/rio/kue/pt4035262v.htm http://catracalivre.uol.com.br/2009/03/intemperies-%E2%80%93-o-fim-do-tempo/
Escrito por dpm 03 às 12h09
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MUSEU DO FUTEBOL - A História do Futebol Brasileiro em Exposição
 Grupo: Pedro Castro, Lauri Barcelos, Tuany Beiram, Yannis Theodori O Museu do Futebol - História do Futebol Brasileiro em Exposição é localizado dentro do estádio do Pacaembu, em frente a praça Charles Miller. O curador é Leonel Kaz, e o acervo é composto de fotografias, depoimentos, vídeos, entrevistas e demais informações sobre a história do futebol brasileiro. O museu, falando sobre o futebol brasileiro, também mostra muito sobre a história do Brasil. Os dados estao disponíveis em inglês, português e espanhol. O Museu abre de terça a domingo das 10h as 17h, exeto em dias de jogo. O preço do ingresso é R$ 6,00. Para estudantes com carteirinha, aposentados e idosos, R$ 3,00; e crianças até 7 anos e estudantes de escolas públicas municipais e estaduais mediante visitas agendadas tem as entrada gratuita. A entrada é gratuita para todos os visitantes as quintas-feiras.
 Progeção do jogador Falcão Sala com fotos do início do futebol no Brasil O grupo visitou o MUSEU DO FUTEBOL na ultima terça-feira dia 3 de março. O museu é de fácil acesso para cadeirantes e deficientes visuais, com salas amplas e climatizadas. O espaço é de fácil circulação e bem sinalizado. O museu é interativo, o que o torna divertido até mesmo para quem não gosta do esporte. A história do futebol brasileiro é contada do início através de diversos meios de comunicação ( rádio e Televisão). Achamos um espaço localizado em baixo das originais arquibancadas do estádio do Pacaembu, onde são exibidas progeções das torcidas de diversos times brasileiros, nos remetendo junto a elas, mexendo com as nossas emoções. Outra parte interessante mostra acontecimentos mundiais que ocorreram nos anos de copa do mundo. Também é possível visualizar o estádio através de uma porta que nos leva as arquibancadas. A avaliação final do grupo foi positiva e respondeu às nossas expectativas, recomendamos a visita ao MUSEU DO FUTEBOL. 
Sala que relaciona os acontecimentos mundiais com as copas do mundo; ambiente com regras e curiosidades do futebol. links relacionados: www.museudofutebol.org.br , www.museudofutebol.wordpress.com
Escrito por dpm 03 às 11h53
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